10/05/24

Não, a escola não é só “verbo to be".

O problema é muito mais embaixo.

Eu sei que você já ouviu e falou isso.

E não por nada: a maioria no Brasil sai da escola sem falar inglês.

É tão comum que é normal dizer “é só verbo to be”.

Mas, no material curricular, obviamente não é o caso.

Ainda assim, todos saem com a mesma sensação.

Não só porque o “to be” realmente é repetido.

Mas sim pelo que causa essas repetições:

A escola não prende sua atenção.

Atenção é o pré-requisito de toda aprendizagem.

Se você não aprendeu, não consegue ter uma rotina de estudos, ou até “não gosta” do inglês, é por fazer coisas que não prendem sua atenção.

O que te falta não é estudo, é interesse genuíno.

Vamos resolver isso agora.

A maioria das pessoas sai da escola sem conseguir entender uma conversa simples em inglês.

Muito menos falar com naturalidade.

O motivo é simples:

Nas escolas e nos cursos, idiomas são tratados como uma matéria técnica.

Regras gramaticais são colocadas na frente da comunicação real.

As aulas são baseadas em decoreba, listas e exercícios mecânicos.

Isso faz com que o aluno não veja nenhuma conexão entre o que aprende e a sua vida real.

Aí começa o problema.

Quando algo parece chato, repetitivo ou sem utilidade, o cérebro desliga.

Você perde o interesse.

Sua atenção vai embora.

Sem atenção, sem aprendizado.

É impossível aprender algo que você considera irrelevante.

Pior ainda: as aulas repetitivas acabam criando aversão ao idioma.

Muitas pessoas associam o inglês a algo maçante, difícil, chato, distante da própria realidade.

Como se fosse um peso.

Uma obrigação.

E não um instrumento de liberdade.

O que realmente faz alguém aprender inglês de forma natural é o interesse genuíno.

É gostar daquilo que está ouvindo, lendo ou assistindo.

É sentir vontade de entender o que está sendo dito.

É rir de uma piada em inglês e querer saber mais sobre a referência usada.

É se arrepiar ouvindo uma música e querer cantar junto com a letra certa.

Aprender inglês não pode ser uma imposição.

Precisa ser uma experiência.

Algo que faça sentido para a sua vida.

O segredo está em transformar o idioma em algo presente no seu dia a dia.

Algo que você naturalmente explora e aproveita, sem perceber que tá “estudando”.

Ouvir histórias que te emocionam.

Conversar com pessoas sobre assuntos que te interessam de verdade.

O inglês tem que ser usado para interagir com aquilo que te move.

Do que você ama.

Do que você busca.

Do que faz parte da sua identidade.

Se você gosta de futebol, consuma futebol em inglês.

Se ama moda, se jogue no mundo da moda em inglês.

Se curte videogames, siga streamers e YouTubers gamers nativos.

Esse é o caminho real da fluência.

Não é estudar mais.

É se conectar mais.

Quanto mais você vive o idioma, mais ele se torna parte de você.

E quando isso acontece, aprender vira consequência.

Natural, leve, sem pressão alguma.

Você não tem que ser disciplinado o tempo todo com o inglês.

Você tem que estar envolvido nele.

E ninguém se envolve com o que não gosta.

Comece a explorar o idioma de um jeito que você ama.

Essa é a virada de chave.

É assim que se aprende de verdade.

Entende: não existe técnica milagrosa para aprender.

Existe contato diário por interesse genuíno.

Nada mais.

Não requer talento.

Requer pesquisa, tentativa, e rotina.

Ser quem você já é, mas no outro idioma.

Ter experiências reais porque VOCÊ quer.

Não porque eu ou outra pessoa disse.

Foi assim que você se tornou fluente em português.

É SOMENTE assim que você se tornará fluente em outra língua.

Então comece.

Saia daqui e busque aquilo que mexe com você, mas no outro idioma.

Uma música, um jogo, um filme, um livro, o que for.

Não há certo e errado aqui.

Há o que funciona para você.

Então busque, ache, e viva.

Todos os dias, várias vezes ao dia.

É o único caminho.

E vale cada segundo investido.

Eu prometo.

Não esqueça disso, meu amigo.

Quem é Jonatha Koeller?

Sou um poliglota autodidata fluente em 6 idiomas e já a caminho dos próximos. Há 9 anos ajudo pessoas a desbloquear sua capacidade natural de aprender línguas e alcançar a fluência no idioma desejado em questão de meses.

Já trabalhei como mentor de idiomas em empresas como Sony Music, Vale, Globo, Accenture, Scrumlaunch, ajudando desde funcionários da base até CEOs.

Não sei o que você vai achar mais surpreendente: eu ter feito isso tudo, ou ser careca aos 26. De qualquer forma, você pode ser a próxima pessoa que vou ajudar a se tornar fluente, desbloqueando sua capacidade natural de aprender línguas.

Conheça minha mentoria de idiomas.

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