12/04/24

Miséria adora companhia.

Mas vocĂȘ nĂŁo precisa entrar pro clube.

Venho criando conteĂșdo online hĂĄ quase 2 anos.

Mas uso a internet desde que era criança.

Depois de tudo que vi e produzi, posso afirmar:

“A misĂ©ria adora companhia” nĂŁo Ă© sĂł um ditado, Ă© um aviso.

Pessoas infelizes se atraem.

Formam círculos silenciosos de culpa e inércia.

E se vocĂȘ nĂŁo tomar cuidado, elas te arrastam junto.

Por quĂȘ? É bem simples:

A negatividade nunca foi tão recompensada com atenção como é hoje.

Os algoritmos impulsionam conteĂșdos que geram raiva o tempo todo:

Um polĂ­tico que vocĂȘ odeia.

Um influencer que vocĂȘ “nĂŁo suporta”.

A opinião “idiota” de um famoso.

E vocĂȘ? Mergulha nos comentĂĄrios procurando apoio.

Nisso tudo, vocĂȘ nĂŁo percebe o mais importante:

Isso foi cuidadosamente moldado por vocĂȘ… contra vocĂȘ.

Sim, vocĂȘ!

Veja bem, os algoritmos sĂŁo como qualquer outra coisa na vida:

Eles reagem às suas açÔes.

Se vocĂȘ continua interagindo com certos tipos de postagens, eles vĂŁo te recomendar mais daquilo.

Assim como, se vocĂȘ anda com um certo tipo de pessoa, vai viver mais daquilo tambĂ©m.

É uma verdade bĂĄsica: aquilo que vocĂȘ alimenta, cresce.

E adivinha o que acontece quando vocĂȘ engaja com conteĂșdo que nĂŁo agrega NADA Ă  sua vida?

Nada positivo.

Meus amigos, se estão buscando crescimento e sucesso, não podem desperdiçar energia com ruído.

Aquilo ao que vocĂȘ dĂĄ energia vai moldar a sua vida.

Como disse SĂȘneca em “Sobre a Brevidade da Vida”:

“NĂŁo Ă© que tenhamos pouco tempo de vida, Ă© que desperdiçamos muito dele.”

A maioria das pessoas dĂĄ a prĂłpria energia sem nem perceber.

Passam o dia rolando o feed, se alimentando de polĂȘmicas.

Reagem a todas as manchetes.

Discutem com gente que nunca viram nos comentĂĄrios.

Deixam a internet decidir como vĂŁo se sentir naquele dia.

Cada reclamação que vocĂȘ lĂȘ.

Cada escĂąndalo que vocĂȘ acompanha.

Cada “opiniĂŁo polĂȘmica” que vocĂȘ comenta


Te custa alguma coisa.

Drena seu foco.

Bagunça a sua mente.

Te afasta dos seus prĂłprios objetivos.

E eu sei que vocĂȘ pode pensar que Ă© inofensivo.

“Ah, que isso, Ă© sĂł uma olhadinha…”

“SĂł um desabafo.”

SĂł “É bom estar informado.”

Mas isso se acumula.

Pouco a pouco, vocĂȘ dĂĄ a sua energia pra gente que nem te conhece ou se importa com vocĂȘ.

Pra histĂłrias que nĂŁo tĂȘm nada a ver com a sua vida real.

Pra negatividade que te deixa travado, cĂ­nico e esgotado.

E isso nĂŁo Ă© coincidĂȘncia.

A mídia moderna é projetada para sequestrar sua atenção.

As redes sociais lucram com a sua indignação.

O algoritmo nĂŁo recompensa a verdade ou a paz.

Ele recompensa o drama, o medo e o conflito.

É como diz o ditado em inglĂȘs: “Quanto pior, melhor”.

A imprensa sabe disso e as redes sociais vivem disso.

Gente reclamando de políticos, da economia, do trabalho, dos parceiros


Da vida.

Mas aqui vai a verdade:

A maioria dessas pessoas nĂŁo tĂĄ fazendo nada pra mudar isso.

Elas ficam presas.

E o pior: convencem os outros a ficarem presos também.

A miséria realmente adora companhia.

E esse tipo de companhia Ă© contagioso.

Se vocĂȘ convive com quem mais culpa os outros do que constrĂłi—

Vai acabar culpando alguém também.

Se vocĂȘ segue criadores que vendem medo em vez de soluçÔes—

Vai acabar acreditando que nĂŁo existe saĂ­da.

Se vocĂȘ passa o tempo todo mergulhado em reclamaçÔes—

Vai esquecer que agir Ă© possĂ­vel.

Vai parar de sonhar.

Vai parar de crescer.

E seu dia a dia?

Vai parecer uma luta constante na lama.

EntĂŁo, se vocĂȘ quer:

  • Aprender um novo idioma
  • Conseguir um trabalho melhor
  • Sair de um relacionamento tĂłxico
  • Construir uma nova versĂŁo de si mesmo

Se lembre disso acima de tudo:

VocĂȘ NÃO PODE, de jeito algum, se cercar de misĂ©ria.

Aqui vão algumas sugestÔes pra te ajudar a evitar isso a partir de agora:

1. Faça uma auditoria nos seus inputs.

Observe o que vocĂȘ consome no dia a dia.

NotĂ­cias, podcasts, perfis, grupos de WhatsApp.

Pergunte: Isso me alimenta ou me esgota?

VocĂȘ vai saber a resposta na hora.

E quando souber, nĂŁo hesite em abandonar se for preciso.

2. Deixe de seguir o medo.

Se um criador só posta negatividade, revolta ou “fim do mundo”—silencie ou pare de seguir.

VocĂȘ nĂŁo precisa dessa energia.

AliĂĄs, imagina o seguinte:

VocĂȘ consegue se ver passando horas com uma pessoa assim?

Alguém que só reclama o tempo todo?

Pelo amor
 que saco.

Ainda bem que Ă© sĂł um criador de conteĂșdo que dĂĄ pra excluir.

Ufa!

3. Repare em como as pessoas falam.

Amigos que só reclamam não estão “desabafando”.

Eles estĂŁo te condicionando.

Querendo ou nĂŁo.

Se afaste e proteja o seu espaço mental.

4. Crie limites emocionais.

VocĂȘ pode amar alguĂ©m profundamente e ainda assim escolher nĂŁo se afundar com essa pessoa.

Empatia nĂŁo Ă© mergulhar junto.

Se um amigo vive preso na negatividade, mantenha o seu foco firme.

Diga algo como:

“Eu tĂŽ te ouvindo e me importo. Mas agora, tĂŽ focado em buscar soluçÔes.”

Isso nĂŁo Ă© “frieza”.

É clareza.

Limites protegem sua paz pra que vocĂȘ possa ser ainda mais presente com quem importa.

5. Alimente sua mente com crescimento.

Sua dieta mental Ă© tĂŁo importante quanto a fĂ­sica.

O que vocĂȘ assiste, lĂȘ e ouve se torna sua voz interior.

EntĂŁo escolha bem:

  • Siga criadores que ensinam, nĂŁo que sĂł reclamam.
  • Leia livros que inspiram ação, nĂŁo sĂł reflexĂŁo.
  • Escute vozes que construam resiliĂȘncia, nĂŁo ressentimento.

Sua mente Ă© realmente como um jardim:

O que vocĂȘ planta, cresce.

6. Mexa o seu corpo e mude seu estado.

A negatividade adora quando vocĂȘ fica parado, rolando o feed sem parar, preso nos prĂłprios pensamentos.

Mas no momento em que vocĂȘ se move, sua energia muda.

  • Caminhe.
  • Faça um treino.
  • Alongue.
  • Respire.
  • Mexa o corpo.

Movimento quebra ciclos mentais.

Mesmo cinco minutos podem mudar sua perspectiva.

7. Crie antes de consumir.

A maioria das pessoas acorda e jĂĄ mergulha no caos.

Por favor, nĂŁo seja a maioria.

Comece o dia fazendo algo por vocĂȘ, nĂŁo pelo algoritmo.

  • Escreva seus pensamentos.
  • Defina suas metas do dia.
  • Medite, se alongue, construa algo pequeno.

Quando vocĂȘ cria primeiro, se torna o autor do seu dia, e nĂŁo sĂł um consumidor do caos alheio.

8. Escolha suas pessoas.

O seu ambiente Ă© o seu futuro.

Passe tempo com quem:

  • Te desafia a crescer.
  • Fala sobre soluçÔes, nĂŁo sĂł problemas.
  • Te ajuda a manter o foco, nĂŁo a se distrair.

Busque quem eleva a conversa:

Gente que fala de ideias, propĂłsito, visĂŁo.

Essa Ă© a energia que vocĂȘ quer ao seu redor.

9. Perceba quando vocĂȘ estĂĄ entrando numa espiral.

Às vezes, a negatividade nem vem dos outros, vem de vocĂȘ.

Todo mundo passa por isso.

O que importa Ă© perceber cedo.

Repare nos sinais:

  • Pensamentos repetitivos.
  • Scroll infinito.
  • Reclamando sem agir.

AĂ­, pare, respire e pergunte:

“O que eu posso controlar agora?”

Agir, mesmo que seja pouco, te devolve o poder.

10. Se lembre do poder que vocĂȘ tem.

VocĂȘ nĂŁo deve a sua energia pra ninguĂ©m.

Principalmente se isso te esgota.

VocĂȘ nĂŁo nasceu pra ser mais um eco no corredor das reclamaçÔes.

VocĂȘ estĂĄ aqui pra construir e crescer.

EntĂŁo proteja sua paz.

Cuide do seu foco.

E nunca esqueça: vocĂȘ escolhe o que recebe sua energia.

EntĂŁo guarde-a como se fosse sagrada.

Porque ela Ă©.

E nunca esqueça:

A miséria adora companhia.

Mas vocĂȘ nĂŁo precisa entrar pro clube.

Seja livre, meu amigo.

ReferĂȘncias:

Livro “Sobre a Brevidade da Vida”, de SĂȘneca.

Quem Ă© Jonatha Koeller?

Sou um poliglota autodidata fluente em 6 idiomas e jĂĄ a caminho dos prĂłximos. HĂĄ 9 anos ajudo pessoas a desbloquear sua capacidade natural de aprender lĂ­nguas e alcançar a fluĂȘncia no idioma desejado em questĂŁo de meses.

Jå trabalhei como mentor de idiomas em empresas como Sony Music, Vale, Globo, Accenture, Scrumlaunch, ajudando desde funcionårios da base até CEOs.

NĂŁo sei o que vocĂȘ vai achar mais surpreendente: eu ter feito isso tudo, ou ser careca aos 26. De qualquer forma, vocĂȘ pode ser a prĂłxima pessoa que vou ajudar a se tornar fluente, desbloqueando sua capacidade natural de aprender lĂ­nguas.

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